terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Pra sempre, apenas, o nosso filho!

     O filho quer ser igual ao seu pai. É de sua natureza. Questão de instinto, princípio ou uma simples lógica.
Ele vê em seu pai o que ele que vêr em si no futuro. Não demonstra. Contraria. No fundo inveja.
O pai ao chegar no auge, alcançar todos seus obejtivos, para. Espera. Espera. Cansa, e acaba por dormir. Ele quer ver se fez o seu papel de pai da forma certa. Quer ver o filho seu, erguer-se com suas próprias pernas!Pode até demorar, mas a  'cria' não desiste até igualar-se a seu senhor. Quando no fim de uma caminhada, o filho já sem forças, pede ajuda ao pai.



Ele sabe que não deve ajudar, pois quer realmente vê-lo ganhar e não receber ajudas. E não o faz. Decepcionando o caçulinha, que fica com raiva do pai, tentá de todo modo ser melhor que ele, mesmo que sustentado por combinações e tamanha sorte jamais vista. E finalmente quando tem a chance, de, simbólicamente, ter mais que seu progenitor. se enrola em suas propriás pernas, cai, chora, enlouqueçe. Não porque perdeu, mas simplesmente por que sabe que nunca irá se igualar ao seu PAI!